Jim: The James Foley Story

In August, 2014, a video of the public execution of American photojournalist James Foley rippled across the globe. Foley wore an orange jumpsuit as he knelt beside an ISIS militant dressed in black. That image challenged the world to deal with a new face of terror. And it tested one American family. Seen through the lens of filmmaker Brian Oakes, Foley’s close childhood friend, Jim takes us from small-town New England to the adrenaline-fueled front lines of Libya and Syria, where Foley pushed the limits of danger to report on the plight of civilians impacted by war.

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Reviews

  • ★★★★★ review by Waldo on Letterboxd

    One happy ending and one tragically sad one. An overwhelming documentary about a frontline reporter covering conflicts in the middle East. Addicted to the adrenaline perhaps, but I think it was an addiction to do good in the world.If only I had the balls and half of his desire.

  • ★★★★ review by Robin on Letterboxd

    I don't know if this is that well made because it's just super sad and heartbreaking

  • ★★★★ review by Smarter on Letterboxd

    This documentary was super interesting for me because I was very unfamiliar with the story. To hear about this guy from his left behind family/friends and other journalists he was in captive with was of course extremely depressing. You don't often think of journalists living these dangerous insane lives but WOW this stuff is intense.

  • ★★★½ review by Aaron Burr, sir on Letterboxd

    This was an interesting documentary. I'm sure most people have seen clips from the beheading video with "Jihadi John," but it was nice to learn more about James and his family. It was also nice to learn about the other journalists that were held captive by the terrorists. It was a very informative documentary and it was heartbreaking at times as well.

  • ★★★★ review by Felipe Scavo on Letterboxd

    Este documentário é como levar um soco no estômago. Como ser humano e como uma pessoa que não consegue compreender como podem existir pessoas tão ruins e cegas no mundo, já é difícil o bastante ver uma vida ser tirada da forma como ocorreu com James Foley, sem nenhuma razão. Aí quando você assiste ao filme e começa a entender melhor não só o seu trabalho, mas sua vida, sua família, suas relações e seu impacto, a situação acaba deixando um gosto ainda mais amargo na boca.

    Como o título já sugere e como comentei acima, “Jim: The James Foley Story” é um mergulho na história de Foley – ou seja, não foca apenas em seu trabalho como fotojornalista e abre um amplo espaço para apresentá-lo de forma mais pessoal. Para isso, o longa conta com a participação de toda a família Foley, com depoimentos emocionantes, vídeos caseiros e fotos da vida do jovem. A primeira metade do filme, basicamente, foca inteiramente nisso e é eficiente na execução.

    A segunda parte é quando a coisa começa a ficar um pouco mais sombria. O diretor Brian Oakes, junto com Clair Popkin e Matthew Vandyke, atribuem um tom mais escuro para as cenas – e introduzem algumas sequências-simulação retratando algumas passagens da vida de todos que estavam presos junto com Foley (e eu confesso que essa inclusão acabou me incomodando). Além disso, Oakes também traz depoimentos de pessoas que vivenciaram os momentos de horror ao lado de Foley, o que faz com que o público fique mais “entalado” a cada nova informação.

    Em suma, James Foley era uma pessoa amorosa e que, acima de tudo, queria fazer o bem. Acabou pagando caríssimo por isso, teve sua vida brutalmente interrompida quando nem metade daquilo que ele queria realizar estava finalizado. Mas com certeza, deixou sua marca no mundo – tanto pela contribuição profissional, quanto pelo exemplo de ser humano que ele era. E é revoltante que a exata mesma espécie, cheia de ódio sem sentido, tenha acabado com sua bela jornada.

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