Kill Me Please

Barra da Tijuca, West Side Zone of Rio de Janeiro. A wave of murderers plague the area. What starts off as a morbid curiosity for the local youth slowly begins to spoil away at their lives. Among them is Bia, a fifteen year old girl. After an encounter with death, she will do anything to make sure she's alive.


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  • ★★★½ review by Raul Marques on Letterboxd

    David Lynch meets Neighboring Sounds with teens (but not for them). The story and characters are laconic in the hope of being confused with deep or complex, but first-time feature director nails the strange nightmare-like vibe of her obvious clear inspirations like Blue Velvet and Twin Peaks. One aspect that's definitely head and shoulders above the rest of the film, it's the cinematography. It uses terrifically the somewhat dystopian scenery of the region it was shot, with huge building complexes and vast abandoned areas to build the offbeat aura.

  • ★★★½ review by JOJsmuggler on Letterboxd

    Ever been interested what Spring Breakers remade into a slasher movie directed by Gaspar Noé would be like? Then this is your film.

  • ★★★½ review by Samuel B. Prime on Letterboxd

    So close to death, yet so much closer to birth (in theory, at least).

    Not quite the throwback genre exercise that was indirectly pitched to me by friends and publicity folks, but possibly something deeper, if not as instantly gratifying as the ghoulish and grisly atmosphere of an authentic giallo film.

    Here, among a group of 15-year-old high school girls in the suburbs of Rio de Janeiro, the supernatural is a mere suggestion, an urban legend passed on and perverted through a juvenile game of telephone. It - whether specter or zomboid - doesn't exist, but the thought that it might - and, in turn, explain a host of recent murders in their community - manifests as equal parts comfort and terror. It is a comfort to know and to understand, to assign even an unseen face to an unspeakable evil, but there is also a reason most people wouldn't want to walk home alone after watching a scary movie. To not know and to wonder "who" or "what" is to open yourself up to obsession and, maybe, violence. Kill or be killed, right? In the absence of the guilty party, you transform and become him / her / it to protect against the real thing.

  • ★★★★ review by bruninho on Letterboxd

    Quem é familiarizado com o Rio de Janeiro percebe que o grande mérito do longa é modelar a Barra da Tijuca como seu universo à parte (o que é bem perto da verdade, sinceramente). Assim como em Dama na Água (2006), em que os limites do condomínio são o necessário para conclusão de uma história, o bairro da Zona Leste é o palco principal, organizado de forma caótica, labiríntica, impossibilitando uma assimilação do espaço conforme o tempo passa. Nada ali parece muito convidativo ou verosímil, tudo é largado, no meio do nada, uma vasta área vazia onde a civilização dos condomínios ainda não pode chegar. Tudo isso contribui para o mistério, principalmente por se tratar de um filme teen, onde a plasticidade dos diálogos e temas de conversa são tão vazios e idiotas que criam um sentimento de anormalidade o tempo todo. Aquela realidade não pertence ao mundo de verdade, e a frase enunciada pela pastora "Barra não é Sodoma" chega a ser anulada pela estranheza desse universo quase Lynchiano.

  • ★★★½ review by Raphael Klopper on Letterboxd

    This film is perhaps the perfect example of the good level of quality, enormous talent and even ballzyness that we can find in the independent Brazilian cinema. But ... pretentiousness is a virtue few movies can evoke for themselves.

    Its director and writer Anita Rocha da Silveira clearly has GREAT influences in her style that creates a perfect aura of a horror/suspense film worthy of an Italian Giallo in the likes of Dario Argento with the cynicism and a beautiful aesthetic level in its rich color palette, worthy of a Brian De Palma movie. This cynicism is interestingly used in the caricature of some of the characters thay may sound as cartoony initially but rather make a very faithful portrayal of adolescent school life in Brazil (and why not worldwide?!), with a few touches that are very reminiscent of Sofia Coppola's "The Virgin Suicides".

    And the plot initially builds a good line of mystery and paranoia around its characters, but that unfortunately kind of gets lost throughout the film. The pacing doesn't hold up, and sometimes it is frantic in its editing and in others moments are going longer than it should. And the plot, which seems more like a plot from a short-film, creeps and loses interest close in its final stretch, even with its interesting David Lynchian surrealistic blend of subtle touch exploitation. But that succeeds in concluding on a positive and chillingly and disturbing note.

    And it is quite nice to see the cinematographer João Atala filming Rio de Janeiro with a kind of realistic Neon that serves in benefit of the story too much (and that ain't bad). Not to mention that the young actresses are good and credible in their roles of young women facing the hormones of puberty, and Valentina Herszage (the protagonist Bia) convinces very well the feeling of paranoia and mystery even with very few dialogues.

    I must be the minority here on this one, but it really is a movie that didn't grabed me, but it is still remarkable to see great qualities here and there!

    And now to my dear fellow countrymen / E agora para meus queridos conterrâneos: - Esse filme talvez seja o perfeito exemplo do bom nível de qualidade, enorme talento e até ousadia, que podemos encontrar no cinema independente Brasileiro. Mas...pretensiosidade é uma virtude que poucos filmes conseguem evocar para si.

    Sua diretora e roteirista Anita Rocha da Silveira tem claramente ÓTIMAS influências no seu estilo que cria uma aura perfeita de um filme de terro/suspense digno de um Giallo Italiano ala Dario Argento com o cinismo e um nível estético belíssimo em sua riquissima palheta de cor, dignos de um filme de Brian De Palma. Cinismo esse interessantemente bem usado na construção caricatural de alguns dos personagens que podem soar como cafonas inicialmente mas fazem um retrato deveras fiel da vida escolar adolescente no Brasil (e porque não internacional?!), com traços que lembram bastante de "Virgens Suicidas" de Sofia Coppola.

    E a trama inicialmente monta uma boa linha de mistério e paranoia em volta de suas personagens, mas que infelizmente meio que se perde ao longo do filme. O ritmo não se sustenta, oras sendo frenético em sua edição e outras se prolongando mais do que deveria, e a trama, que mais parece vinda de um curta, se arrasta e chega a perder o interesse em sua reta final, mesmo com sua interessante mistura de surrealismo David Lynchiano e seu sutil toque exploitation. Mas que consegue concluir numa nota positiva e arrepiantemente angustiante.

    E é deveras belíssimo ver a fotografia de João Atala filmando o Rio de Janeiro com uma espécie de Neon realista que serve em benefício da história por demais (e isso não é ruim). Sem deixar de mencionar que as jovens atrizes são boas e críveis em seus papéis das jovens enfrentando os hormônios da puberdade, e Valentina Herszage (a protagonista Bia) convence muito bem o sentimento de paranoia e mistério mesmo com pouquíssimos diálogos.

    Devo ser a minoria aqui, mas realmente é um filme que não conquistou minha pessoa, mas ainda é sim notável ver ótimas qualidades aqui e ali!

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